Hei de encontrar minha essência
Tenho muito nós para desatar
E fantasmas para afugentar
Vida que segue sem esperar
Eu que tenho que lutar
E minh'alma acalmar
Hei de ficar de braços cruzados
Como meus olhos tristes e orvalhados
E meus desejos sufocados?
A poesia sempre me salva
Mas, eu preciso ir além
Antes da parada do trem
Não quero depender de ninguém
Eu sou a minha liberdade
Não sou feliz sendo uma metade
AnnaLuciaGadelha
Maravilhosas interações dos grandes
poetas e amigos, Aldrin e Tildé Gratidão!
No horizonte surge uma tempestade
Mas, hei de ficar de pé
Vou recobrar as forças
E tentar viver com coragem
Alma serena pra se levantar
Luta bem-vinda pra recomeçar
Eu sou o meu próprio lar.