Ser pluma e vento: a arte de voar leve, sem o peso do que passou.
Que o mar da nossa própria essência lave todo o cativeiro da alma.
Voar alto como pássaro altaneiro, até encontrar a ilha que nos abriga em paz.
Não foi esforço em vão. Foi o caminho necessário para valorizar a própria brisa.
A alma sabe o caminho de volta para casa, mesmo quando o labirinto insiste em nos prender.
Que a ingratidão não crie raízes no peito. Que ele se abra apenas para o que a alma precisa.
AnnaLuciaGadelha